A Escola Edith Gama Ramos tem demonstrado preocupação com a inclusão de nossas crianças nesta educação de qualidade, por isso tem se empenhado no trabalho de trazer para junto, prestar auxílio, não só ao aluno público alvo do AEE (Atendimento Educacional Especializado) como também àquele aluno com dificuldades de aprendizagem, ao negro, ao aluno com altas habilidades, aos de famílias desestruturadas, proporcionando assim a verdadeira inclusão que é a educação para todos.
Pensando nisso, as professoras Vilma De Paula, Jucelia Redivo e Marinilza Santana, desenvolveram um projeto denominado “Sensações” que ajuda à criança, que não tem necessidades especiais, a compartilhar dos sentimentos e sensações vividas por uma pessoa com dificuldades, sejam elas motora, visual, auditiva,etc.
Todas as turmas da escola, desde o infantil III até o quarto ano, fizeram parte do projeto como forma de conscientização. Durante a semana da inclusão trabalhamos o tema com as crianças de diversas formas, apresentando filmes e vídeos, contando histórias que falam das diferenças e como devemos respeitá-las. O tema inclusão esteve presente nas rodas de conversa e no desenvolvimento das aulas. Ao final da semana as crianças participaram do circuito sensorial. Também foi preparado com as crianças um teatro para conscientização das diversas formas de inclusão.
O projeto traz para
nossos alunos a oportunidade de vivenciar experiências e sensações
que os ajudarão a compreender o mundo de forma mais crítica, com um
olhar voltado para o outro e suas necessidades. Traz para a vivência
de nossas crianças o sentido real e completo de inclusão em todas
as esferas do significado desta palavra.
Falar de inclusão é
necessário, mas de nada vale o falar se não apresentarmos aos
nossos pequenos, formas de fazer possível a inclusão e ressaltar
que incluir vai muito além de respeitar uma pessoa que apresenta
alguma deficiência, mas também que devemos acolher até mesmo
aquele amiguinho que por timidez se afasta do outros, ou aquele nosso
amiguinho que não sabe brincar de uma determinada brincadeira ou
jogo e por isso mesmo o excluímos. A inclusão deve ser praticada
todos os dias, em momentos diversos da nossa convivência com o
outro, respeitando a particularidade de cada um.